Ouvimos por aí histórias – até porque não existe estória – de pessoas com posses que deixam fortunas para os herdeiros brigarem. Mas, no geral, são algumas poucas pessoas e alguns poucos advogados.
Entretanto na Faculdade Delta, nas ultimas duas semanas houve um reboliço. Um milionário morreu, deixou uma fortuna e adivinhem: os quatro possíveis herdeiros contrataram exatos 68 advogados. Distribuídos da seguinte forma: 16 para a irmã, 17 para o sobrinho, 17 para o alfaiate, 18 para os pobres.
A confusão toda, baseada na história– que alguns especulam que real - de autor desconhecido é de um testamento deixado sem pontuação da seguinte maneira:
DEIXO MEUS BENS A MINHA IRMÃ NÃO AO MEU SOBRINHO JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE NADA AOS POBRES
Houveram momentos tensos, outros engraçados?! E outros ainda de muita discussão.
Na turma 1.2 quase que um membro da banca foi linchado pelo público. Risos... tadinho, só estava fazendo a parte dele.
Já na turma 1.1 as discussões foram mais brandas. No entanto, analisando com frieza depois as argumentações, vimos alguns hilários suicídios de defesa e de argumentação.
A idéia de toda a dinâmica era aprender a argumentar mantendo a coerência e a coesão das idéias. E não foi tão fácil assim.
Diante desse parâmetro, os vencedores das turmas foram todos votados por unanimidade nas duas bancas.
Na turma 1.2 parabéns aos advogados do Sobrinho. E eu é que não quero trabalhar para a Thaís, OH! mulher brava!Discutiu com a banca em “pé de igualdade”. Essa menina se resolver que branco é vermelho, é melhor comprar uma tinta e tingir do que convencê-la do contrário!
Já na turma 1.1 meus conclames aos defensores do Alfaiate. Dorisney demonstrou que falar baixo e calmo não é sinônimo de não saber. Sua linha de coerência foi clara, precisa e a vitória merecida. Também não quero trabalhar para ele. Convencê-lo a me dar um aumento será quase impossível!
Espero que tenham se divertido. Português não precisa ser cansativo, pode ser engraçado e muito eficiente.
Abraços
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